Ontem foi publicado o resultado do referendo do desarmamento, no qual a campanha do suspeito "não" inimigo do suspeito "sim", ganhou por uma grande diferença. Eu me isentei desta decisão e votei nulo pois é postura pessoal onde cada vez que o estado me obrigar a tomar uma decisão pela qual eu não me dispus. Eu me apresentarei avesso a todas as alternativas que este me oferecer, obviamente o referendo não buscou conscientização da população nem nada além disso, foram duas campanhas muito bem caracterizada como outras campanhas políticas no qual são expostos argumentos apelativos de mentalidade conservadora ou liberal que se apoia em diversos stigmas que infelizmente estão muito bem estruturados na mentalidade popular.
Nos meios midiáticos burgueses aconteceram vários debates onde era discutido a incapacidade do estado de "impor" segurança pública e de proteger o "homem direito" o "cidadão de bem", acredito que no âmago da população brasileira há um medo crucial, o medo de ser incriminado pela polícia, essa que ela tanto reclama a sua presença também pode se virar contra qualquer um em qualquer ocasião e como as leis sempre estão a serviço da população mais favorecida, caso o suspeito "não" ganhasse assistiríamos ou estranharíamos em não ver diversos policiais aposentados, juízes e eoutros membros do alto escalão social sendo indiciados por possuírem armas ou por conter consigo mais armas do que a quantidade permitida por lei. Há também por trás do suspeito "não" a majestosa habilidade técnica e concessão de poderio mutiplicado em várias esferas, onde não existirá mais a denominada "legítima defesa" causada por uma arma de fogo e então só a instituição militar e outras forças policiais civis poderão desferir tiros contra quem eles bem entenderem por bandido ou fora da lei, assim como eles vem fazendo desde o ano de sua criação, só desta vez com uma legitimidade blindada e quase inabalável pelo direito penal.
Sendo assim, me mantenho na minha saborosa medíocridade na qual me abstenho desta batalha de inresses e se pudesse não só desarmaria os dois como lutaria veementemente pela destruição desta duas classes que quem sabe um dia hão de se foder na mão dos populares em revolta por estes últimos não aceitarem em sua sociedade porcos conservadores e nem raposas liberais.
Abracitos mil.
::FueGo_
Nos meios midiáticos burgueses aconteceram vários debates onde era discutido a incapacidade do estado de "impor" segurança pública e de proteger o "homem direito" o "cidadão de bem", acredito que no âmago da população brasileira há um medo crucial, o medo de ser incriminado pela polícia, essa que ela tanto reclama a sua presença também pode se virar contra qualquer um em qualquer ocasião e como as leis sempre estão a serviço da população mais favorecida, caso o suspeito "não" ganhasse assistiríamos ou estranharíamos em não ver diversos policiais aposentados, juízes e eoutros membros do alto escalão social sendo indiciados por possuírem armas ou por conter consigo mais armas do que a quantidade permitida por lei. Há também por trás do suspeito "não" a majestosa habilidade técnica e concessão de poderio mutiplicado em várias esferas, onde não existirá mais a denominada "legítima defesa" causada por uma arma de fogo e então só a instituição militar e outras forças policiais civis poderão desferir tiros contra quem eles bem entenderem por bandido ou fora da lei, assim como eles vem fazendo desde o ano de sua criação, só desta vez com uma legitimidade blindada e quase inabalável pelo direito penal.
Sendo assim, me mantenho na minha saborosa medíocridade na qual me abstenho desta batalha de inresses e se pudesse não só desarmaria os dois como lutaria veementemente pela destruição desta duas classes que quem sabe um dia hão de se foder na mão dos populares em revolta por estes últimos não aceitarem em sua sociedade porcos conservadores e nem raposas liberais.
Abracitos mil.
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