sábado, junho 09, 2007


Abaixo a mídia chiliquenta..


Vou colar aqui a nota de resposta da parada:

Leia nota emitida nesta sexta-feira (8), em resposta à reportagem da Folha de S. Paulo sobre a cartilha do projeto "Tenho Orgulho e Me Cuido"

Considerando o caráter preconceituoso, alarmista e pouco informativo da matéria "Panfleto para Parada Gay orienta como cheirar cocaína", publicada na edição de hoje do jornal Folha de São Paulo, a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo vem a público esclarecer que:

a) a Associação da Parada absolutamente não apóia ou estimula o uso de substâncias entorpecentes, quer nos eventos por ela organizados, quer na vida cotidiana dos GLBTT (gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais). Pelo contrário, tanto na programação quanto no site de Internet voltado ao Mês do Orgulho são dadas orientações para que as pessoas não consumam bebidas alcoólicas e que se alimentem e bebam água durante as manifestações. Trabalhamos ademais em parceria com a Polícia Civil e Militar para evitar situações de violência e desrespeito à legislação vigente, o que sempre fez da Parada uma atividade pacífica e sem ocorrências significativas;

b) Os materiais impressos distribuídos ontem na Feira Cultural GLBT são dirigidos a públicos específicos. No material citado pela referida matéria, há orientações segmentadas de acordo com o grupo a que se pretende atingir (homens que fazem sexo com homens, mulheres que fazem sexo com mulheres, travestis/transexuais e portadores do HIV ou das hepatites B e C). Especificamente, o trecho citado é dirigido a usuários de drogas lícitas e ilícitas e está em plena conformidade com as políticas públicas de redução de danos desenvolvidas nos âmbitos federal, estadual e municipal há mais de dez anos. Basta lembrar, por exemplo, que o Estado de São Paulo desde 1998 tem uma lei que autoriza a aquisição e distribuição de seringas descartáveis aos usuários de drogas endovenosas, com forma de reduzir a transmissão do vírus da AIDS por via sanguínea (Lei Estadual 9.758/97).

c) o material foi elaborado com recursos do programa estadual de DST/AIDS, e os gestores públicos têm conhecimento do conteúdo veiculado. Vale citar que o panfleto já está em sua terceira edição, tendo sido distribuído com o mesmo conteúdo (no que diz respeito à redução de danos) nos dois anos anteriores, sem que nunca nos tenha sido solicitada nenhuma revisão técnica de conteúdo por parte dos parceiros governamentais;

d) não obstante, a diretoria da Associação resolveu suspender a distribuição do material especifico. Retomaremos a veiculação do panfleto apenas mediante manifestação específica dos parceiros governamentais responsáveis pela política de saúde de redução de danos.

Abraços a todos..

Um comentário:

Emily disse...

Só chiquilenta?
mídia piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii (censurado)

=*

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