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Hoje eu tava refletindo sobre o tempo, coisa que todo mundo já fez, e eu também não poderia ficar de fora..
É estranho essa coisa de como organizamos nosso tempo, essa coisa que foi enquadrada dentro da cronologia, do tipo tudo é matematicamente controlado, um segundo após o outro e por aí vai.
Acho que seu pudesse propor, se eu pudesse não, eu posso, e vou aproveitar aqui pra propor uma nova contagem de tempo, uma contagem que todo mundo vivencia mas ninguém considera. Que é aquela sentimental, a qual realmente nos afeta, quando esperamos alguém que atrasa 5 minutos espramos uma eternidade, tudo fica fosco e banal, e foda-se os cinco minutos do relógio, se já estamos incomodado com apessoa então, ahhhhh, esse tempo é um baita dum tempão, e seja o tempo que for, é suficiente para você ter as visceras reviradas zilhares de vezes de tanto nervoso.
Tô falando isso porque cheguei numa reflexão hoje e pensei "vô por isso no meu blog", acontece q sempre q falo isso e me esqueço, hoje finalmente to cumprindo, talvez porque isso me incomodou mais do que outras coisas.
Essa reflexão é a seguinte: Merda! Hoje é domingo a noite, amanhã tenho que trabalhar, vai começar aquela puta semana corrida de novo coisa e ta. Mas de repente fui arrebatado por outra reflexão que é mais impactante: porra, depois do ano que vem, não tenho mais estágio nenhum, a priori não vou ter de acordar cedo, não vou estar fazendo faculdade, e se bobiar não vou nem ter renda. Olha que coisa, o que me angustia é o presente, o presente é sempre eternidade, e eternidade nada mais é do que uma forma de sentir.. Sentir aquilo que não se pode medir e muito menos prever.
Estamos presos nessa porra, to escrevendo essa merda na frente da minha agenda, que coisa não? Mas é assim, depois que passou foi rápido e enquanto está passando está infinito, deve ter umas teorias da física que mexem com isso... Aliás os caras acham lógica pra tudo, menos pra libido,e o que ela deve er a ver? Eu chuto várias coisas, mas não aqui, hehehe.
Depois das experiências de Curitiba, eu senti voltar a mim mesmo, com um eu mais viajado, porém ainda eu mesmo, isso me incomodou profundamente pois ficou evidente a vontade de matar esse eu velho que carrega tanto medo e continencia, mas percebi que não há experiência que me faça livrar do eu mesmo, o jeito é lembrar que eu mesmo não hei sempre de ser o mesmo.
"mão na cabeça, cabeça no cú, vira tatu-bola!!!!"
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