De um lado caminhões, do outro lixo. O que fazer quando não é necessariamente em frente que se quer seguir?
Esta é uma continuação de algo que começou a muito tempo.
Aqui, sigo o caminho..
Inevitável lembrar de outro algo postado a um bom tempo, tenho certeza, voltará muitas e muitas vezes.

3 comentários:
Ola Rodrigo,
Obrigado pelo comentário (e pelas sugestões) no BaixaCultura.
Hakim Bey e o Taz tem sido muito usado para explicar algumas coisas desse mundo caótico/acelerado de hoje - o que é, ao mesmo tempo, sintoma da diversidade de pontos de vistas que temos hoje e também da necessidade que muitos tem de tentar explicar de qualquer forma o mundo atual, mesmo que seja recorrendo a um tipo de pensador anárquico/híbrido, um tipo de coisa (infelizmente) impensável há a alguns anos atrás.
O Distúrbio Eletrônico é uma fonte ótima que eu devo me aprofundar mais: tive a oportunidade de apenas uma lida rápida.
abraço!
o que voltará?
o caminho?
ou a desolação de ter que percorrer esse mesmo trajeto?
existem caminhos
e existem trajetos
é pelo caminho que não quer ir?
pelo trajeto?
um não querer que vai contaminando outra coisa e outra
e minando
minando qualquer outra possibilidade de direção
qualquer outro outro para além de caminhões concreto e lixo rio contaminado
mina qualquer potência
se esvai
esvazia
...
vá pelos céus!!!
invente!
ou então faça como os que esperam godot e fique na grande ponte grande esperando.
mas acho que (re)fazer o mesmo trajeto até acontecer algo que possa variar o caminho é um bom caminho.
cansando de sempre topar ao seu lado com tanta concretude ao apreciar seus caminhos.
preste atenção nesses seus percursos, nos teus recursos, no que te cerca!
nos acontecimentos menores que te cercam
não pense que nas repetições não hajam variações.
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