A VIDA LOTERIA V
Isso aqui começa em um post lá embaixo.
Posfácio
Pretendia tratarde toda uma árvore genalógica nesta série, mas no último capítulo me dei conta que terei de me restringir a apenas uma geração em função de preservar os vivos dos meus relatos que por vez ou outra são um tanto ácidos ou como já comentado no primeiro: "cruel".
Houve pessoas que me perguntaram se a série não terminaria com a minha história. Pois é não vai ser o caso, primeiro porque eu estou vivo ou seja seria uma história sem final propriamente dita, segundo que eu estou transposto através de todo este blog não de forma tão estruturada mas ao menos presente e terceiro que seria muito injusto da minha parte falar de mim visto que jamais conseguiria escrever sobre mim de forma tão indiferenciada ou as vezes até cômica como está presente em alguns posts da série.
O que posso dizer do que veio depois é que o filho de Elisa vive trabalhando na mesma área que trabalhou aos 14 anos de idade e o filho dele que escreve neste blog está no momento cursando o quinto ano de psicologia, treinando artes marciais, conhecendo pessoas maravilhosas e se perguntando se seu neto fará o mesmo que ele fez dando continuidade a um relato esteticamente discutível mas intensamente humano.
Agradeço a todos que leram e também aos que se pouparam deste trabalho. Apesar de não ter derrubado lágrimas ou esboçado sorrisos escrevendo esta série, admito que fui arrebatado por um turbilhão de sentimentos vorazes e contidos que qualquer um pode vivenciar ao se recordar do passado mais extenso e menos óbvio.
Obrigado.
Houve pessoas que me perguntaram se a série não terminaria com a minha história. Pois é não vai ser o caso, primeiro porque eu estou vivo ou seja seria uma história sem final propriamente dita, segundo que eu estou transposto através de todo este blog não de forma tão estruturada mas ao menos presente e terceiro que seria muito injusto da minha parte falar de mim visto que jamais conseguiria escrever sobre mim de forma tão indiferenciada ou as vezes até cômica como está presente em alguns posts da série.
O que posso dizer do que veio depois é que o filho de Elisa vive trabalhando na mesma área que trabalhou aos 14 anos de idade e o filho dele que escreve neste blog está no momento cursando o quinto ano de psicologia, treinando artes marciais, conhecendo pessoas maravilhosas e se perguntando se seu neto fará o mesmo que ele fez dando continuidade a um relato esteticamente discutível mas intensamente humano.
Agradeço a todos que leram e também aos que se pouparam deste trabalho. Apesar de não ter derrubado lágrimas ou esboçado sorrisos escrevendo esta série, admito que fui arrebatado por um turbilhão de sentimentos vorazes e contidos que qualquer um pode vivenciar ao se recordar do passado mais extenso e menos óbvio.
Obrigado.

2 comentários:
mano, foda!!
admito não ter um conhecimento vasto sobre a história de minha família
mas está mto interessante ler isso cara...
legal trabalhar estes relatos e sentimentos desta maneira
quem sabe um filho ou neto da continuidade ein!!
abraços, meu velho!!
tudo de bom!
Passado...
Ta ai uma coisa curiosa!
Sempre descubro algo inesperado, omitido que acabou ficando perdido no tempo e na memória dos "velhos". Vai saber os segredos que mtos já levaram p/ seu tumulo... (e as partes nunca contadas!)
Cruel às vezes saber a realidade de onde vim...
Penso em o q passarei p/ meus filhos, netos e outros... e o q eles realmente saberão de mim...
Vai saber o q vou fazer até lá!!! :P
Só sei q não quero ser esquecida e ser lembrada apenas como mais uma "véia chata loca" rsrsrs
Admiro essa coragem de se expressar... (cara de pau! hauhauha)
Te gosto...
Bjão
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